quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

*30 Erros que o ministro de louvor não pode cometer.

O TEXTO PODE SER UM POUCO LONGO, MAS LEIAM E TIREM O MÁXIMO POSSÍVEL DE CONHECIMENTO:

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso.” II Cr 29:11

1. Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração
Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

A) Aspecto espiritual
É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

B) Aspecto musical
É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
É necessária concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2. Nunca preparar a ministração
Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3. Atrasar nos compromissos sem dar satisfação
O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4. Não aceitar as críticas
Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta de ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5. Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor
Não seja “juiz” das pessoas.
Mostre a graça de Deus e o amor.
Não seja grosseiro e indelicado.
Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6. Utilizar o púlpito para desabafar
Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado.
Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7. Gritaria
Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.

8. Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).
Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público.
Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

9. Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado
Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10. Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração
Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
Evite deixar “branco” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11. Contar histórias ou piadas fora de hora
Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12. Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção
É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13. Exagerar nos improvisos
A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu CD solo.
Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14. Não ter expressão durante a ministração dos cânticos
Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15. Comunicação inadequada ao tipo de público
Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16. Vestimenta inadequada
Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17. Cantar cânticos com o qual não está familiarizado
Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18. Cantar fora da tessitura vocal
A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19. Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião
Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc.; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um CD, por exemplo.
Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20. Cantar muitas músicas num período curto de ministração
Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21. Ensinar muitas canções num período de ministração
Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repeti-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22. Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações
A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23. Cantar canções sem a direção do Espírito Santo
É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24. Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados
Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
Cantemos cânticos teologicamente corretos
Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25. Imitar outros ministros
Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleginha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)

26. Deixar o auditório em pé por muito tempo
Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27. Deixar de participar de outros momentos do culto
Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som
É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança
Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30. Atuar no ministério por obrigação e sem alegria
Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).
Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

Deus abençoe cada dia mais o ministério de cada um!!
Prº JL Andrioli.














*Texto escrito pelo Ministro de Louvor Ronaldo Bezerra

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Então é Natal...!! Desmistificando as mentiras ensinadas.

EVANGÉLICO PODE COMEMORAR O NATAL? USAR GUIRLANDAS? MONTAR ÁRVORES DE NATAL? DAR PRESENTES?
Antes de entrar neste assunto leia o que Deus deixa em sua Palavra aos legalistas:
"Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," (Colossenses 2:16)

Chega época de Natal e começa a ladainha: - Não pode montar árvore de natal!; - Não pode usar isso!; - Não pode aquilo!...CHEGAAA!! Líderes despreparados e sem discernimento empurram uma Religiosidade misturada com legalismo para passar uma santidade plastica sem fundamentos. Quer saber realmente o que você, como cristão, pode ou não nesta época festiva!? Antes de mais nada deixo claro que Jesus Cristo não nasceu em dezembro, mas em nosso calendário e cultura comemoramos nesta época, e o porque não comemorar? Afinal o ato do nascimento do Messias Salvador, é muito mais importante do que se é ou não a data certa, e encontramos no Natal uma ótima forma de evangelismo, lembrar as pessoas o real motivo de sua vinda a Terra e resgatar o verdadeiro significado, salvação e que devemos ter Jesus, não somente nesta época, e sim todos os dias do ano!
É claro que muitos ouvem chatices como, isso é paganismo, legalidade, e um monte de conversas sem fundamento, então vou ajudar a esclarecer algumas perguntas que confrontam e até incomodam os evangélicos nesta época do ano e que devido a ignorância de muitos líderes e ministérios tem colocado medo e demonizado este evento, porque proibir e manipular é mais fácil que ensinar! Não esqueçam, "Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!" (Mateus 6:23)

PODEMOS PRESENTEAR EM ÉPOCA DE NATAL? SIM!
Afinal presenteamos quem amamos, gostamos, prestigiamos ou queremos agradar. Jesus Cristo ao nascer foi presenteado! "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra." Mateus 2:1 e 11

POSSO MONTAR ÁRVORES DE NATAL? SIM!
A simbologia e importância quem dá somos nós, para mim a árvore pode simbolizar eu ou você: "Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará." (Salmos 1:3)
De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero, isso mesmo, o padre Lutero que iniciou o protestantismo no mundo! Numa determinada noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.
As árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. Uma árvore frondosa e cheia de enfeites simboliza a vida.

É ACEITÁVEL COLOCAR OU USAR GUIRLANDAS? SIM!
O uso de guirlandas é oriundo da antiguidade, como sinal de boa recepção aos lares e como símbolo de prosperidade e saúde, ambas as utilizações já eram expostas em frente às portas, também se tem registros de seus usos em outras culturas da antiguidade entre eles o Egito e a Grécia. O habito manteve-se na idade média como emblema de proteção e nobiliarquia, a heráldica das ricas e nobres famílias eram adornadas por tal composição. Ou seja conforme a cultura e lugar ela tem o significado dado ou desejado pelas pessoas, e se eu disser que ela me lembra a coroa de espinhos(João 19 : 2) colocada na cabeça de Jesus que morreu pelos meus pecados e eu a uso colorida e florida pois Ele ressuscitou? Ou, me recorda a coroa da vida (Apocalipse 2:10) que me será dada sendo fiel ao nosso Senhor? Pronto, consegui transformar o que era ruim ou pagão em algo biblicamente correto!

PAPAI NOEL, PRESÉPIO, ANJOS...POSSO FAZER USO DESTAS IMAGENS? NÃO!
Sem esquecer é claro, primeiramente, que devemos sempre respeitar a crença e religião das pessoas. Para nós evangélicos não convém, pois usar imagens de 'santos' não pertence a nossa fé e doutrina, "Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura." (Isaías 42:8) "Tornarão atrás e confundindo de vergonha os que confiam em imagens de escultura, [...] (Isaías 42:17)

ACESSÓRIOS E SEUS SIGNIFICADOS:
- Pisca-pisca: é um acessório resumido em um fio com diversas lâmpadas que é utilizado para decoração de casas e árvores de Natal, representando as estrelas.
- Bolas de Natal: são esferas decoradas e coloridas que são usadas nas árvores de Natal simbolizando os bons frutos.
- Ponteira: podem ser estrelas ou objetos em forma circular que ficam no ponto mais alto da árvore representando a estrela guia, a que guiou os reis Magos até o nascimento de Jesus Cristo.

Concluindo com a Palavra de Deus:
COLOSSENSES 2:
20 Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como:
21 Não toques, não proves, não manuseies?
22 As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens;
23 As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.

Um ótimo e abençoado Natal, muito colorido e enfeitado, e que ele dure os 365 dias do ano, com a presença constante de Jesus Cristo em seu coração!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Querem pregar na China se não ganham nem a vizinha!?

“o Mundo adormece nas trevas, pois a Igreja não luta, pois dorme na luz!!!”

A necessidade do Evangelho no sul do Brasil.
O secularismo avança nas últimas décadas. Isso é evidenciado pelo número de homens e mulheres que estão se identificando como pessoas “sem religião ou sem filiação religiosa”. Quase 10% da população brasileira já se encontra nesta categoria!
Rio Grande do Sul é uma necessidade nacional! Querem ganhar o mundo enquanto um estado no Brasil definha espiritualmente.
Localizado na Região Sul, possui como limites o estado de Santa Catarina ao norte, o Oceano Atlântico ao leste, o Uruguai ao sul, e a Argentina a oeste.
Sua capital é a cidade de Porto Alegre, 10.582.840 dos Brasileiros encontram-se no Estado do Rio Grande do Sul.
Sua área total é aproximadamente 281.748.538 km².
5% desses 10.581.840 habitantes são analfabetos.
Em alguns municípios desse estado, chegam a 0% de evangelizados.
A região Sul é a região com o menor índice de evangelização e maior índice de crescimento do espiritismo e secularismo. Rio Grande do Sul se destaca como o estado com a menor taxa de crescimento (TCA) do país, 3,15%. Em toda a região Sul o crescimento dos evangélicos foi somente 4,32% comparado com um crescimento geral do país de 7,43%. Nos pampas gaúchos, o aumento da população não religiosa amplia-se quase duas vezes mais velozmente que aquele demonstrado pela igreja evangélica. A cidade de Porto Alegre é a capital menos evangelizada do Brasil com aproximadamente 400 igrejas evangélicas. Não foram encontradas igrejas em 18 bairros de Porto Alegre.
Sendo o maior contraste evangelizador encontrado no Rio Grande do Sul: a cidade de Alto Alegre com meros 0.3% de evangélicos encontra-se ao lado do município mais protestante do Brasil: Quinze de Novembro com 80,4% de evangélicos de acordo com o IBGE. Logicamente, sua maioria é Luterana nominal. Não sabemos se há evangélicos em cidades como Boa Vista do Sul, Nova Alvorada, Nova Roma do Sul, Relvado, Santo Antonio do Palma, São Jorge, União da Serra e Vespasiano Correa e outros, municípios estes com 0,0% de evangélicos.
Além do nominalismo, os gaúchos sentem que a dificuldade de evangelização é resultado do secularismo. Também, a resistência aos missionários vindos de outros estados se deve, entre outras coisas, ao tradicionalismo e ao etnocentrismo, um verdadeiro “espírito Farroupilha”.
E somado aos questionamentos que as instituições religiosas têm enfrentado nos últimos anos, da perda de credibilidade de diversas denominações, dos escândalos envolvendo pastores famosos e do avanço do secularismo na sociedade, existem agora os "crentes não praticantes", 14 % dos evangélicos desistiram das denominações atuais existentes, para se ter uma ideia, o Censo também constatou que o grupo dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião já conta com 15 milhões de pessoas.


O RIO GRANDE DO SUL PRECISA URGENTEMENTE DE INVESTIMENTOS HUMANOS, FINANCEIROS E ESPIRITUAIS!! ACORDA BRASIL, ACORDA IGREJA!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Lepra da Ingratidão

(Texto libertador! Conhecereis a verdade e ela te libertara.)
Pessoas que somem de sua vida! Seria uma resposta as suas orações: -Livrai do mal, amém, ou, seria a Doença da Ingratidão??
Texto baseado em minhas experiências...
Lamentável que certas pessoas acham que a terceira Lei de Isaac Newton da Ação e Reação só se aplica no mundo material. Não aprenderam que no mundo espiritual também, "colhemos o que plantamos", alguns entram na igreja com pisar suave, falar manso, sorrisinho estampado no rosto, se mostram os mais perseguidos, injustiçados, incompreendidos, alguns os mais ungidos e prontos para ajudar, pensam que enganam, já estou vacinado contra esses tipos! Vão embora que nem dão um tchau, um adeus, um obrigado...e sinceramente nem fazem falta! Estou acostumado a viver em meio a lobos e nadar entre tubarões, chegam, se "usurpam" da unção e boa vontade dos pastores, são discipulados, batizados, enfim fazemos nossa parte como discípulos de Cristo, e até para dar uma forcinha para se levantarem e quem sabe aprenderem algo onde seus antigos ministérios e líderes incompetentes falharam, colocamos em algum cargo ou função, mas sabendo que muitos vão abandonar antes do meu próximo café da manhã!
Percebo triste que a ingratidão é um hábito, um desvio de caráter de muitos que se dizem ser de Deus, o apóstolo Paulo revelou que no fim dos tempos a ingratidão seria uma característica marcante na humanidade. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos...” (2 Timóteo 3, 1-2).
Ingratidão significa: qualidade de quem não reconhece os benefícios ou favores recebidos; que não corresponde aos esforços; mal-agradecido; ingrato...
Esquecem que não foi somente a rebeldia o pecado de Lúcifer, o de ingratidão contra Deus também! Ela não é só mal vista perante Deus, pois no mundo, por exemplo, quem trabalha em contratação de funcionários sabe que se no momento de uma entrevista de emprego o candidato for perguntado sobre seu trabalho anterior e o mesmo começar a “malhar” o mesmo deve ser descartado de imediato. Claro, esta pessoa fará a mesma coisa na nova empresa.
Quem é capaz em Jesus, é capaz! Neste caso se não está gostando do trabalho vai e “corre na frente” de uma porta melhor.
A mesma coisa na igreja não tá bom!? A porta em que a você entrou continua do mesmo tamanho que da pra você sair! Ore por uma oportunidade mais aprazível ou por um lugar que você possa usar seus "dons e talentos" sem se preocupar com esse seu desvio de conduta, tem líderes que amam suas carteiras, seus dízimos, tem igrejas que merecem pessoas assim. Uma das nossas vantagens, minha e da minha esposa, por trabalharmos, nos sustentar, ter nossos patrimônios comprados com muito suor e sacrifício não dependendo de dízimos e ofertas é essa, não negociamos ou vendemos nossa fé, caráter e moral cristã, quer andar ao nosso lado é conforme a Palavra de Deus senão procure a igreja mais próxima, valorizamos nossa unção, dons, talentos e ministério que Deus nos confiou!
Quem não é de Deus é que coloca um “caminhão” de defeitos para justificar sua vida de derrotado do tipo: foi meu pai, minha mãe, minha família pobre, meu vizinho, a falta de oportunidade, o pastor, a igreja tal...os infelizes são ingratos, isso faz parte da infelicidade deles!
Por experiência própria, aprendi que grande parte daqueles que são ingratos e saem de qualquer forma de seus ministérios, (estes quando são sinceros e estão na visão de Deus) sem falar com seus pastores, pedirem a benção, depois de rodarem e serem pisados, e perceberem que o lugar que Deus queria que eles estivessem era aquele, para serem lapidados, transformados e serem usados na obra, voltam, de cabeça baixa, sem graça, desconfiados...De fato, constatamos que a ingratidão está viva e ativa nos mais diversos momentos e formas da vida de muitas pessoas.
Às vezes, a pessoa recebe todo amor, carinho, esforço dentro de uma relação, no outro vira as costas como se nada tivesse acontecido, se esquecendo dos anos de renúncia, de um alto preço pago pelo seu companheiro para manter uma relação de amor e fidelidade.
Sobretudo, podemos observar a pior de todas as formas de ingratidão que é aquela contra Deus. Será que você tem sido ingrato para com o Senhor? O Evangelho de Lucas retrata fortemente esta situação na história dos dez leprosos:
“E aconteceu que, indo ele a Jerusalém, passou pelo meio de Samaria e da Galileia; E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe; E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós. E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes. E aconteceu que, indo eles, ficaram limpos. E um deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz; E caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças; e este era samaritano. E, respondendo Jesus, disse: Não foram dez os limpos? E onde estão os nove? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” (Lucas 17, 11-19).
Dez leprosos foram curados pelo Senhor Jesus, mas apenas um voltou para agradecer. Só de pensar no que Jesus fez na vida deles já brota em mim a vontade de dizer: glória a Deus! Entretanto, não foi assim para nove deles.
Nove deles preferiram primeiramente retomar a vida passada, “recuperar” o tempo perdido, talvez foram convidar os amigos para dar uma grande festa com comida e bebida liberada a noite toda, mas esqueceram do principal: Jesus!
Muitas pessoas ainda preferem ficar só com a “bênção de Deus” e deixar de lado o “Deus da bênção”. O que é mais importante para você meu amigo?
Costumo dizer que prefiro uma igreja com cem pessoas convertidas, salvas, tementes ao Senhor Jesus, com testemunho e seguem pelo caminho do evangelho, fieis, compromissadas, que amam seu ministério, que valorizam a família cristã que Deus colocou em suas vidas do que uma igreja com dez mil membros que só querem se aproveitar das bênçãos de Deus como se estivessem num “shopping center religioso” sem nenhum compromisso de vida com Ele.
Pessoas como os nove leprosos que receberam só a bênção, mas continuaram sem a salvação, pois não retornaram para ouvir do Senhor Jesus “levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.”
Se tiver indícios de ingratidão em sua vida, em qualquer área...ore e peça para Deus te libertar deste sentimento.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Não quer?? Deus põe outro em teu lugar!!


Na última semana de vida de Jesus em Jerusalém foi de conflito contra todos os líderes religiosos: sacerdotes, escribas, fariseus, anciãos do povo. Na parábola das bodas, Jesus fala que o Reino dos Céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho e enviou os seus servos a chamar os convidados para essa festa. Estes, porém, não quiseram vir mesmo depois que o chamado foi renovado, com a observação de que tudo já estava preparado. Houve não só manifestação de indiferença como também até uso da violência contra os servos do rei, alguns dos quais chegaram a ser mortos. O rei, então, enfurecido, mandou seus exércitos, destruiu os homicidas e incendiou a cidade, tendo, então, chamado pessoas de fora dos limites da cidade para participar das bodas, sendo, então, recolhidos bons e maus.
Com a festa nupcial cheia de convidados, o rei foi observar os convidados e encontrou um homem sem trajes nupciais que, depois de interrogado e nada ter dito, foi lançado às trevas exteriores, onde havia pranto e ranger de dentes. Por isso, concluiu Jesus que muitos são chamados e poucos, escolhidos (veja em Mateus 22,1-14). Essa afirmação de Cristo deve ser verificada dentro do contexto da parábola. O rei chamou muita gente, mas aqueles que atenderam ao seu convite e participaram efetivamente da festa foram poucos em relação à população convidada. Havia muita gente no banquete, mas esta “muita gente” era pouca em relação aos que haviam sido convidados. Do mesmo modo, os salvos são poucos em relação a toda a humanidade, que foi convidada para a salvação.
O chamado é para todos, mas aqueles que atendem ao chamado, são poucos.
Da mesma forma, a festa das Bodas do Cordeiro não deixará de ser realizada se eu ou você recusarmos o convite para fazer a obra de Deus. Na Igreja, ninguém – mas ninguém mesmo! – é insubstituível. Nem Moisés foi considerado insubstituível, até mesmo no momento em que mais Israel precisava dele, no momento em Canaã seria conquistada. Os propósitos de Deus não são frustrados.
Pela Bíblia sabemos que Deus tem um plano elaborado. E Ele trabalha de acordo com esse plano, zelando pelo seu fiel cumprimento. Sabemos que o Todo-poderoso remove todo e qualquer obstáculo que tenta impedir a realização do Seu plano, bem como substitui toda e qualquer pessoa, grupos, povos, nações, denominações, instituições, governos, que se recusarem a colaborar para a realização do seu plano. Na parábola das bodas, o rei não adiou nem cancelou a festa das bodas de seu filho, devido à recusa de seus convidados, os quais, segundo ele, “não eram dignos”. No dia determinado, “a festa nupcial ficou cheia de convidados”. Os que rejeitaram o convite ficaram de fora, perderam a oportunidade que lhes fora oferecida. Outros convidados ocuparam seus lugares e a festa se realizou.
Eu e você, meu irmão, não somos insubstituíveis, seja qual for o trabalho que estamos fazendo. Se nós recusarmos, Deus levantará outros. Repito: a festa das Bodas do Cordeiro não deixará de ser realizada se eu ou você recusarmos o convite para fazer a obra de Deus. Na Igreja, ninguém – mas ninguém mesmo! – é insubstituível.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

"Eu abracei um homem de cueca...!"


Grupo de cristãos foi à parada gay com cartazes dizendo “Desculpe-nos pela forma como a igreja tratou vocês”.
Eu pensei: CARAMBA, ELES ESTÃO FAZENDO ISSO CERTO!
A gente tá cansado de ver grupos cristãos extremistas lá fora protestando contra tudo (tipo Michael Jackson, Madonna e gays) com insultos grotescos muitas vezes, e isso toma a mídia que ganha mais um argumento para moldar o cristão fanático e intolerante. E agora essa ridícula e preconceituosa "moda xiita" parece que chegou a nossa Terra Tupiniquim, com suas estrelas nazistas 'gospeú', que parecem esquecer a essência do amor de Deus! E isso é uma triste realidade, a igreja tem se tornado muitas vezes fanática e intolerante, acho que por isso eu fiquei tão feliz com essa notícia aqui.
Em junho de 2011 rolou mais uma Chicago Pride Parade (tipo uma parada gay da gringa), e um grupo de cristãos colou lá com camisetas escritas “I’m sorry” e cartazes ”I’m sorry the way churches have treated you” (me desculpe pela forma como a igreja tem tratado vocês) e tiveram uma experiência de relacionamento com os participantes da parada, abraçaram geral, sorriram, fizeram algo muito mais “cristão” do que julgar e insultar. Nathan Albert (o gordinho abraçando o brother de cueca na foto) escreveu no seu blog sobre o trabalho realizado:
” Eu abracei um homem de cueca. E acho que Jesus faria o mesmo.
[...] nós queríamos ser uma voz cristã alternativa aos protestantes que estavam lá gritando “ódio” no megafone.
O que eu mais amei aquele dia foi quando as pessoas “entenderam”. Eu curti assistir a expressão das pessoas quando viam nossas camisetas, liam os cartazes e olhavam de volta pra gente. As respostas foram incríveis. Alguns nos mandavam beijos, outros vinham nos abraçar, outros gritavam OBRIGADO! Algumas garotas vieram e disseram que fomos a melhor coisa que elas viram durante o dia todo. Eu queria ter contado quantas pessoas me abraçaram. Um cara em particular disse suavemente: Bem, eu perdoo vocês.
Ver as pessoas reconhecendo nossas desculpas me fez chorar várias vezes. Aquilo era a personificação da reconciliação.
[...] infelizmente a maioria dos cristãos não pensariam nem se aquele cara dançando de cueca branca (foto) tem um nome. Bem, ele tem. Se chama Tristan. De qualquer forma, eu acho que Jesus o teria abraçado também. Isso é exatamente o que li nas escrituras: Jesus andando com pessoas que os religiosos fugiriam. Alguma relação entre aquela época e agora? Eu acho que sim.
Eu abracei um homem de cueca. Abracei forte. E tenho orgulho disso. “

Chega de pregar amor e praticar intolerância,
Chega de julgar, julgar, julgar, antes de amar,
Chega de se achar melhor,
Passou da hora de sermos mais parecidos com Jesus.

Deixo aqui o meu abraço, esteja você vestido ou só de cuequinha branca!
Prº JL Andrioli












Créditos textuais: Rods, do blog Garagem